Inspeção no padrão PNCD
Depósitos A1, A2, B, C, D1, D2 e E, com inspecionados, foco, tratados e eliminados. Desfecho realizada, fechada, recusada ou ausente, com justificativa obrigatória.
Coração do appAPPEndemias
Cada imóvel com GPS, depósitos no padrão do PNCD, foto e larvicida aplicado — mesmo sem sinal. Quando o tablet encontra internet, tudo vai para o Avyx, e a coordenação vê o quarteirão trabalhado no mesmo dia, não no fim do ciclo.
A coordenação recebe onde você está, seu telefone e a carga da bateria. Os colegas com o aplicativo aberto também veem.
O aplicativo segue os modelos de layout que a Apple definiu para iPhone e iPad (Human Interface Guidelines): os mesmos padrões dos Ajustes, do Mail e do app Saúde. Nada de tela inventada — o agente reconhece cada parte na primeira vez que abre.
Telas do aplicativo com dados fictícios.
A maior parte dos municípios ainda registra a visita no papel e digita semanas depois. Nesse intervalo, o foco já virou mosquito. O que muda é o tempo entre o quintal e a decisão.
O aplicativo foi desenhado para a rua: letra grande, botão grande, nenhum passo que dependa de internet.
O tablet recebe os quarteirões do agente, os imóveis, as ordens de bloqueio abertas e as mensagens da coordenação.
Depósitos A1 a E, foco, tratamento, amostra e foto. Imóvel sem cadastro, lote desmembrado ou ocupação irregular são registrados ali mesmo.
Nada se perde. O tablet guarda tudo e mostra quantos registros aguardam envio.
Se a conexão cair no meio, o reenvio não duplica visitas nem desconta o larvicida duas vezes.
Produção, pendências, focos e bloqueios aparecem no painel no mesmo dia.
Cada visita chega com coordenada. O território deixa de ser uma planilha de totais e vira um mapa: o que foi visto, o que ficou fechado, onde apareceu foco e onde o bloqueio ainda não terminou.
Mapa ilustrativo. Nomes e endereços fictícios.
O agente entra no quintal de desconhecidos todos os dias. Quando algo dá errado, o que importa é alguém saber onde ele está — rápido. O APP Endemias tem um pedido de ajuda a um toque, em qualquer tela.
O aplicativo envia a localização do momento, a precisão do GPS, o telefone e a carga da bateria. Se der tempo, ele escreve o que está acontecendo.
O pedido aparece destacado, com o nome, o tempo decorrido e o botão “ver no mapa”. Também entra na conversa com a coordenação, com o link da localização.
Quem está com o aplicativo aberto por perto recebe o alerta com o nome e o telefone de quem pediu.
A coordenação marca que viu e registra o que fez. O agente vê a resposta no tablet e sabe que alguém está a caminho.
Quando estiver bem, ele fecha o pedido. Apertar de novo em pânico não duplica o alerta, e tudo fica registrado com horário e quem atendeu.
A coordenação recebe onde você está, seu telefone e a carga da bateria. Os colegas com o aplicativo aberto também veem.
Tudo que o Programa Nacional de Controle da Dengue pede, e o que a coordenação precisa para cobrar resultado.
Depósitos A1, A2, B, C, D1, D2 e E, com inspecionados, foco, tratados e eliminados. Desfecho realizada, fechada, recusada ou ausente, com justificativa obrigatória.
Coração do appOs imóveis pendentes no mapa, coloridos pela urgência, e o caminho do dia: sempre o mais perto de onde o agente está. Um toque abre a navegação.
NovoCoordenada e precisão em toda visita, inclusive quando ninguém abre a porta. A distância até o imóvel fica registrada para a auditoria de deslocamento.
Foto do depósito, do foco, do terreno. Guardadas fora da área pública do servidor, ligadas à visita.
Área, quarteirão, lado e sequência. Imóvel clandestino ou sem inscrição e lote desmembrado em campo, sem esperar o cadastro da Prefeitura.
Borracharias, ferros-velhos, cemitérios e recicladoras com periodicidade própria de visita. O que venceu aparece para o agente.
Instalação, vistoria e reposição de cada estação, com a situação atual no mapa.
Entrada, saída e devolução por agente e por lote. Cada aplicação dá baixa sozinha, e ressincronizar nunca desconta duas vezes.
Caso suspeito vira ordem de serviço com raio e prazo. Atribuída ao agente, executada em campo, com retorno formal à Vigilância Epidemiológica.
Resposta rápidaDengue, chikungunya e zika, com número do SINAN, data de sintomas, classificação e localização.
Recebida, triada, virou ordem de serviço, inspecionada, concluída. O morador recebe devolutiva, e a Ouvidoria tem o histórico inteiro.
Instalação, coleta da palheta e contagem de ovos. Índices de positividade e de densidade calculados por semana epidemiológica e por área.
Vigilância entomológicaO código nasce no tablet na hora da coleta e vai escrito no tubito. O laboratório recebe pela etiqueta — sem troca de amostra.
Análise por espécie (Aedes aegypti, albopictus, outros), controle de qualidade e validação antes de liberar o resultado.
Visitas, realizadas, fechadas, recuperadas, tratadas e com foco, por dia, agente, equipe e área.
Para a coordenaçãoMural de avisos, conversa com a coordenação e entre agentes. O ícone marca quando há mensagem nova.
Cachorro bravo, terreno com risco, morador agressivo. O agente registra com foto, a gestão responde, e a resposta chega no tablet.
Botão de pânico em qualquer tela: localização, telefone e bateria chegam à coordenação e aos colegas. “Estou indo” volta para o tablet.
Segurança do agenteA última sincronização, o que subiu, o que chegou e o que ainda espera sinal. O agente sabe que o trabalho não se perdeu.
A coordenação cria o agente no Avyx com e-mail e senha provisória. Desativou, o acesso no tablet cai na hora.
Tipos de atividade, de imóvel, de depósito, espécies e prazos do município, ajustados pela própria Secretaria.
O módulo Endemias fica no mesmo Avyx que a rede já usa — mesmo login, mesmo servidor, liga e desliga pela tela de gerenciamento da entidade.
| Agente | Visitas | Realizadas | Fechadas | Focos | GPS |
|---|---|---|---|---|---|
| Marcos A. | 164 | 141 | 17 | 6 | ok |
| Juliana P. | 158 | 139 | 14 | 4 | ok |
| Roberto S. | 171 | 112 | 52 | 1 | 9 distantes |
| Aline M. | 149 | 133 | 11 | 8 | ok |
| Ordem | Caso | Raio | Agente | Prazo | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| OS-0231 | Dengue · Q.15 | 150 m | Aline M. | vence em 11 h | em execução |
| OS-0230 | Dengue · Q.07 | 150 m | Marcos A. | vence em 30 h | atribuída |
| OS-0228 | Chikungunya · Q.21 | 150 m | Juliana P. | no prazo | concluída |
| OS-0226 | Denúncia DEN-0412 | — | Roberto S. | atrasada 6 h | atrasada |
A curva sobe semanas antes dos casos. Com a leitura no tablet e a contagem no laboratório no mesmo sistema, o índice sai na semana — a tempo de intensificar a área.
“Homem alterado no portão, não consigo sair do quintal.” Rua das Acácias, 214 · precisão 8 m.
Cachorro solto na Av. Brasil, 1010. Atendido por Ana C. em 2 min — “Liguei, ele saiu em segurança.”
Telas ilustrativas com dados fictícios.
Cada registro nasce no tablet com identificador próprio. Reenviar o mesmo lote atualiza em vez de criar outro — visita, amostra ou baixa de estoque.
Senha provisória com troca obrigatória no primeiro acesso, bloqueio após tentativas erradas e sessão encerrada assim que o agente é desativado.
Inclusão, alteração, exclusão e sincronização ficam registradas com autor, origem e horário real em campo.
O banco é o do Avyx, no servidor da Secretaria. Fotos fora da área pública, entregues só a quem tem acesso.
O APP ACS usa a mesma base territorial, o mesmo tablet e o mesmo jeito de trabalhar. Agente de endemias e agente comunitário no mesmo mapa, cada um com a sua ficha.
O software está pronto. Implantar é cadastrar o território e entregar o tablet.
O aplicativo no tablet e o painel no Avyx, com uma inspeção feita na sua frente, sem sinal.
Áreas, quarteirões e imóveis do Reconhecimento Geográfico, agentes com e-mail e senha, tabelas ajustadas ao município.
Treinamento de uma manhã com os agentes, e o próximo ciclo já sai no tablet.
Vinte minutos com o tablet na mão e o painel do Avyx ao lado. Se não fizer sentido para a sua Vigilância, a conversa acaba ali.